Parece que ser Templário virou moda, visto que muitos são os que se fantasiam de Cavaleiro Templário, mas, poucos se mostram dispostos a seguir as regras do Templo, a respeitar a hierarquia, a ser fiel aos seus Irmãos, a buscar renascer novos homens, adotar novos princípios de vida, a seguir ao Cristo de “peito aberto”, sem a vergonha de se tornar um verdadeiro Cristão.
Para se reconhecer se alguém que se veste com o Manto branco é um Cavaleiro Templário, deve-se observar as suas obras, pois são as obras que atestam os valores e princípios que tem.
Muitos são os que falam em amor a Deus e ao próximo, no entanto, praticam a iniquidade, são desonestos para com os seus semelhantes, mentem, enganam, agridem, acusam-no de forma leviana e covarde, tais atitudes demonstram que são pessoas “dignas de pena”, que carregam na mochila de suas existências as dores, amarguras e mágoas de uma vida vazia e fugaz.
Muito são os que buscam atropelar a vida alheia, sem a preocupação com os resultados da lei da causa e efeito, que age como um bumerangue, que retorna de acordo com a força empregue no seu lançamento.
Muitos usam a lei do livre-arbítrio de forma leviana, sem preocupar-se em lançar grandes pedras para o alto com a finalidade de atingir ao seu próximo, esquecendo-se que tais pedras, um dia retornarão e cairão sobre suas próprias cabeças.
Este é o momento da conversão em que o homem é convidado a rever os seus conceitos, a fim de melhorar o modo de vida e o seu espírito.
Quando alguém se diz um Cavaleiro Templário ou um Cristão e se utiliza da mentira, da calúnia, da maldade, da hipocrisia, da raiva e outros tantos princípios nocivos, na tentativa de atingir ao seu semelhante, mostra de forma clara, que não vive como um Templário e nem como um Cristão.
Disse Jesus que aquele que não faz a vontade de Seu Pai “não pode entrar no reino dos céus”, portanto, os verdadeiros Cristãos e Cavaleiros Templários, por mais erros e pecados que tenham, buscam trabalhar para ser melhor, enfrentar a si mesmo a fim de conseguir através de suas atitudes, palavras, pensamentos e obras, fazer a vontade do Pai.
É preciso estar atento, visto que quando alguém age de forma agressiva ou indigna para com o outro, amanhã, você pode ser a sua próxima vítima.
Alguém disse que “quando alguém fala mal do outro, se conhece muito mais esse alguém, do que o outro”, sábia observação. Tal observação deve ser vista com o olhar da neutralidade, o que não fazem aqueles que compactuam com os mesmos, ou seja, pelos que tem o mesmo hábito e princípio.
Um bom Cristão e um bom Cavaleiro Templário reconhecem que só Deus tem o poder de julgar ao próximo.
Um bom Cristão e um bom Cavaleiro Templário reconhecem que fora da lei do amor, não existe paz e harmonia na terra.
Um bom Cristão e um bom Cavaleiro Templário sabem que o ressentimento, as mágoas e o ódio são procelas de fogo dentro do coração que consomem o coração e a paz de quem os detém.
Um bom Cristão e bom Cavaleiro Templário sabem que devem buscar o renascimento a cada dia, a fim de se tornarem novos homens e novas mulheres, eliminando no fogo alquímico de suas consciências os males do passado e plantando nelas, as boas sementes que podem gerar flores e frutos, para o despertar do Deus que existe dentro de si.
Desta feita, quando se quer reconhecer o bom Cristão e o bom Cavaleiro Templário deve-se observar a forma com que já viveram e a forma como vivem, as obras que demoliram e as que construíram.
Cabe a cada um observar a luz do dia ou se perder na escuridão das trevas, assim funciona a lei do livre-arbítrio. Jesus disse: “Não atireis pérolas aos porcos”, assim somos convidados a escutar as palavras do Mestre.
Informamos que este trabalho faz parte de uma série de trabalhos que vem sendo apresentados aos Cavaleiros e Damas Templário da Ordo Supremus Militaris Templi Hierosolymitani - OSMTH Magnum Magisterium.
Para se reconhecer se alguém que se veste com o Manto branco é um Cavaleiro Templário, deve-se observar as suas obras, pois são as obras que atestam os valores e princípios que tem.
Muitos são os que falam em amor a Deus e ao próximo, no entanto, praticam a iniquidade, são desonestos para com os seus semelhantes, mentem, enganam, agridem, acusam-no de forma leviana e covarde, tais atitudes demonstram que são pessoas “dignas de pena”, que carregam na mochila de suas existências as dores, amarguras e mágoas de uma vida vazia e fugaz.
Muito são os que buscam atropelar a vida alheia, sem a preocupação com os resultados da lei da causa e efeito, que age como um bumerangue, que retorna de acordo com a força empregue no seu lançamento.
Muitos usam a lei do livre-arbítrio de forma leviana, sem preocupar-se em lançar grandes pedras para o alto com a finalidade de atingir ao seu próximo, esquecendo-se que tais pedras, um dia retornarão e cairão sobre suas próprias cabeças.
Este é o momento da conversão em que o homem é convidado a rever os seus conceitos, a fim de melhorar o modo de vida e o seu espírito.
Quando alguém se diz um Cavaleiro Templário ou um Cristão e se utiliza da mentira, da calúnia, da maldade, da hipocrisia, da raiva e outros tantos princípios nocivos, na tentativa de atingir ao seu semelhante, mostra de forma clara, que não vive como um Templário e nem como um Cristão.
Disse Jesus que aquele que não faz a vontade de Seu Pai “não pode entrar no reino dos céus”, portanto, os verdadeiros Cristãos e Cavaleiros Templários, por mais erros e pecados que tenham, buscam trabalhar para ser melhor, enfrentar a si mesmo a fim de conseguir através de suas atitudes, palavras, pensamentos e obras, fazer a vontade do Pai.
É preciso estar atento, visto que quando alguém age de forma agressiva ou indigna para com o outro, amanhã, você pode ser a sua próxima vítima.
Alguém disse que “quando alguém fala mal do outro, se conhece muito mais esse alguém, do que o outro”, sábia observação. Tal observação deve ser vista com o olhar da neutralidade, o que não fazem aqueles que compactuam com os mesmos, ou seja, pelos que tem o mesmo hábito e princípio.
Um bom Cristão e um bom Cavaleiro Templário reconhecem que só Deus tem o poder de julgar ao próximo.
Um bom Cristão e um bom Cavaleiro Templário reconhecem que fora da lei do amor, não existe paz e harmonia na terra.
Um bom Cristão e um bom Cavaleiro Templário sabem que o ressentimento, as mágoas e o ódio são procelas de fogo dentro do coração que consomem o coração e a paz de quem os detém.
Um bom Cristão e bom Cavaleiro Templário sabem que devem buscar o renascimento a cada dia, a fim de se tornarem novos homens e novas mulheres, eliminando no fogo alquímico de suas consciências os males do passado e plantando nelas, as boas sementes que podem gerar flores e frutos, para o despertar do Deus que existe dentro de si.
Desta feita, quando se quer reconhecer o bom Cristão e o bom Cavaleiro Templário deve-se observar a forma com que já viveram e a forma como vivem, as obras que demoliram e as que construíram.
Cabe a cada um observar a luz do dia ou se perder na escuridão das trevas, assim funciona a lei do livre-arbítrio. Jesus disse: “Não atireis pérolas aos porcos”, assim somos convidados a escutar as palavras do Mestre.
Informamos que este trabalho faz parte de uma série de trabalhos que vem sendo apresentados aos Cavaleiros e Damas Templário da Ordo Supremus Militaris Templi Hierosolymitani - OSMTH Magnum Magisterium.
Non Nobis Domine, Non Nobis Sed Nomini Tuo da Gloriam
Não a nós Senhor, não a nós, mas a Tua glória.
Não a nós Senhor, não a nós, mas a Tua glória.
Recebam o Fraternal Abraço.
S.A.E Grão-Mestre Dom Albino Neves.
S.A.E Grão-Mestre Dom Albino Neves.
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